Este espaço conjuga duas paixões: o rugby e o coleccionismo. Pretende dar a conhecer (aos poucos) a minha colecção filatélica já bastante avançada sobre o tema "rugby" e, simultaneamente, aproveitar esse pretexto para, aqui e além, opinar, divulgar e testemunhar sobre "coisas" deste desporto fantástico. Claro está que um dos objectivos é conquistar adeptos para este tipo de coleccionismo, fazendo com que se juntem a este MAUL DINÂMICO!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

domingo, 29 de dezembro de 2013

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!!!


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

sábado, 21 de dezembro de 2013

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

domingo, 15 de dezembro de 2013

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

sábado, 7 de dezembro de 2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Gers, Terra de Rugby


domingo, 1 de dezembro de 2013

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

London Irish para amanhã



Os Exiles já indicaram a sua equipa para o jogo de amanhã em Lisboa e pode ver-se que não poupam as suas maiores figuras. Prevê-se um jogo bem díficil para os Lusitanos.

A equipa inicial será:
Linhas atrasadas:
 15. Alex Lewington;
 14. Marland Yarde*;
 13. Tom Fowlie;
 12. Sailosi Tagicakibau*;
 11. Andrew Fenby;
 10. Myles Dorrian;
 9. Darren Allinson;

Avançados:
 1. John Yapp*;
 2. Jimmy Stevens;
 3. Jamie Hagan*;
 4. Nic Rouse;
 5. Bryn Evans*;
 6. Declan Danaher (Captain);
 7. Jebb Sinclair*;
 8. Blair Cowan

Substitutos:
 16. Mike Mayhew;
 17. Johnny Harris;
 18. Leo Halavatau;
 19. Richard Palframan;
 20. Ofisa Treviranus*;
 21. Guy Armitage;
 22. Shane Geraghty*;
 23. Tomás O’Leary*

 *Jogador internacional

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Lusitanos dão esperança para o futuro



Foi positiva a estreia dos Lusitanos ontem no bonito e remodelado Estádio Jean Bouin, paredes-meias com o famoso Parc des Princes. Dir-me-ão que perder por 58 pontos nunca é positivo, mas atendendo ao desnível entre as duas realidades ovais e as previsões dos “arautos da desgraça”, os nºs até nem foram maus. Mas é sobretudo abstraindo destes nºs que eu considero positiva a estreia dos Lusos na competição.

Independentemente de se concordar ou não com a participação na competição, da maneira como foi gerido o processo decisório ou o impacto nos clubes de onde provêm os jogadores, a realidade é esta e fizemos ontem o 1º de 6 jogos e, teoricamente, o mais difícil.

Sendo o objectivo abertamente assumido pela equipa técnica o de proporcionar aos jogadores seleccionáveis que actuam no nosso campeonato um contacto com um nível competitivo superior, permitindo assim aumentar as suas capacidades, estimular a progressão e, consequentemente, aumentar o leque de escolhas para a selecção nacional, não se pode dizer que o jogo de ontem tenha sido uma decepção…antes pelo contrário.

Os Lusitanos apresentaram-se em campo com uma média de idades de 26 anos aproximadamente. Se retirarmos os mais experientes com idades superiores a 30 anos, a média baixa para 24.

O banco de suplentes apresentava uma incrível média de 22 anos. No total dos 23 jogadores, a média cifra-se em cerca de 24,5. Ou seja, uma equipa muito jovem e, sobretudo, sem experiência a este nível.

Mas a juventude foi compensada pelos (poucos) veteranos já habituados a estas andanças e a atitude da equipa foi muito boa. Corajosos como bons lusitanos, os nossos rapazes nunca viraram a cara à luta e no combate físico em que no cara-a-cara o tamanho e peso pendiam quase sempre para os parisienses, nunca se “encolheram”…foram a todas, arrancando aplausos nalgumas placagens mais vistosas, entregando-se ao jogo sem olhar ao resultado.

Não quero individualizar embora alguns me tenham impressionado mais que outros.

Nas formações ordenadas em que a diferença de peso (já se sabia) se iria fazer sentir, a equipa portuguesa foi suficientemente inteligente para fazer sair a bola rapidamente quando era sua a introdução. Creio só ter perdido uma FO por mérito adversário, tendo outras duas sido por encaixe prematuro. Claro está que nas FO de introdução parisiense a história é um pouco diferente…

Noutro aspecto das fases estáticas, o alinhamento, residiu uma das principais (senão a principal pecha da equipa, apesar das melhoras na 2ª parte). Muitos alinhamentos perdidos continuam a fazer deste movimento um dos problemas recorrentes do rugby nacional quando em contacto com um nível superior.

Os Lusitanos tiveram períodos de bom rugby, quando conseguiram manter a posse de bola e trocá-la com qualidade. Todavia, e pese embora a busca de espaços para quebrar a linha de vantagem, a verdade é que se mostrou muito difícil furar a muralha adversária.

Pensava-se (pelo menos pensava eu) que os últimos 20 minutos iriam ser muito difíceis para as nossas cores, mas a verdade é que os Lusitanos tiveram a posse da bola numa grande parte desse período e tentaram por todos os meios chegar ao ensaio (que seria mais que merecido) e pelo qual até o público afecto à equipa da casa ansiava. Foi pena...

Como seria de esperar a superioridade dos parisienses nunca esteve em causa, mesmo tendo estes abdicado de alguns dos seus maiores nomes (nomes não ganham jogos); mas, para aqueles que quererão tirar valor à actuação lusitana (há sempre os que são do contra), do lado do Stade Français jogaram cerca de uma dezena de internacionais de diferentes países, enquanto que do nosso lado eram poucos aqueles que costumam ser presença regular nos Lobos.

Não deixo de fazer um balanço positivo e creio que jogadores e equipa técnica também o farão. Estou seguro que o jogo de ontem contribuiu para a obtenção dos objectivos definidos e já atrás referidos.

Um comentário para o público: cerca de 6.000 pessoas assistiram ao jogo. Como sempre e ainda para mais em Paris, os Lusitanos puderam sentir um pouco do calor da nossa comunidade emigrante. Aos do costume e àqueles que ontem descobriram o rugby à portuguesa, um grande abraço.

Nota final relacionada também com o público: os Lusitanos conquistaram o respeito do público afecto à equipa local. Foi perceptível durante o jogo e confirmou-se no final do jogo com a ovação prestada e pelos gritos de “Portugal, Portugal” com que a claque organizada do SF se despediu dos Lusitanos.

Se eu puder, contém comigo para mais…

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Stade Français divulga convocados para defrontar Lusitanos

Enquanto não temos acesso à lista definitiva dos jogadores que viajarão para Paris para a estreia dos Lusitanos XV, ficamos desde já a saber que o Stade Français não encara o jogo de ânimo leve e chamou internacionais como os franceses David Attoub ou Jérôme Porical, o georgiano Davit Kubriashvili ou o experiente sul-africano Anton Van Zyl para o jogo de quinta-feira.

De foram ficam, todavia nomes como Sergio Parisse, Julien Dupuy, Morne Steyn, Martin Rodriguez ou Paul Williams.


Fique com a lista de convocados da equipa francesa:
Avançados: Laurent SEMPÉRÉ ; Rémi BONFILS ; Aled DE MALMANCHE ; Benjamin CHABERT ; Davit KUBRIASHVILI ; David ATTOUB ; Zurabi ZHVANIA ; Anton VAN ZYL ; Gerhard MOSTERT ; Carl WEGNER ; Pierre RABADAN ; Nicolas GARRAULT ; Olivier MISSOUP.

3/4s: Richard KINGI ; Clément DAGUIN ; Vincent MALLET ; Peter LYDON ; Meyer BOSMAN ; Martin RODRIGUEZ ; Geoffrey DOUMAYROU ; Julien ARIAS ; Adrea COCAGI ; Jérôme PORICAL.

sábado, 5 de outubro de 2013

A aventura acabou...

                               photo: FLR

O Luxemburgo despediu-se hoje, quando já só 16 equipas europeias (das 49 iniciais) andam na corrida pela qualificação para o Campeonato do Mundo de 2015 da luta por um lugar no mundial inglês.

O leitor sorri e pensa: "este tipo está a gozar! Alguma vez o Luxemburgo poderia chegar ao Mundial!!!" A mais pura das verdades!!!

Mas eu explico. O Luxemburgo disputou durante muito tempo o último lugar do ranking IRB (coma Finlândia), mas antes do jogo de hoje com Israel, vinha de uma mão cheia de bons resultados: 5 vitórias nos últimos 6 jogos e com o 1° lugar na divisão 2D do CEN ficou qualificado para jogar a apuramento para o Mundial.

O 1° jogo desse apuramento deu-se frente ao vencedor da Divisão 2C (Eslovénia), a divisão superior e...o Luxemburgo venceu.

Hoje, quando os Leões entraram em campo sabiam que não iria ser tarefa fácil levar de vencida a equipa israelita, vencedora da divisão 2B, mas não se atemorizaram.

Deram luta, chegaram a dar a ideia de que poderiam ter chagado mais longe se um ensaio mesmo no cair do pano para o intervalo tivesse sido validado. A perder ao intervalo por 13-9, as coisas complicaram-se com um cartão amarelo ao pilar n° 1, Simon Rezapour e aos poucos a equipa Luxemburguesa cedeu sem nunca se ter desnorteado.

Resultado final: 26-12.

Mas uma enorme satisfação ao ver o progresso desta equipa nos últimos tempos, com uma injecção de juventude e talento. E um enorme orgulho por ver chegar à selecção miúdos formados na nossa Escola de Rugby das Comunidades Europeias (CSCE Luxembourg Rugby).

Em breve começa o CEN...

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

E eu tive a taça na mão...


Foi com alguma emoção que pude pegar na Taça William Webb Ellis (só com uma mão) durante uma breve visita de 2h que esta fez às instituições europeias no Luxemburgo. Foi quase como se tivesse sido campeão, mas sem transpiração nem "mossas"...


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

sábado, 13 de julho de 2013

Apontamentos de Moscovo - Владимир Ильич

Parece que o Vladimir Illitch foi um dos poucos russos a ir ao Luzhniki...


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Apontamentos de Moscovo - A tempestade

Não, não falo de resultados, mas da terrível chuvada e trovoada que se abateu sobre Moscovo e que obrigou à interrupção dos jogos por 1h (1/2 final da Cup entre NZ e Fiji). O tempo foi aproveitado para comprovar, mais uma vez, a rigidez dos russos e a sua falta de conhecimento da realidade oval...


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Apontamentos de Moscovo - Os cossacos

Num deserto de animação apareceram uns cossacos que nos presentearam com uma rápida dança durante o intervalo da final da Bowl...


quarta-feira, 10 de julho de 2013

Apontamentos de Moscovo - O mestre

O Grande Gordon continua a coleccionar títulos...que máquina...


terça-feira, 9 de julho de 2013

Apontamentos de Moscovo - Os Japas

Eles estão sempre lá e sempre curiosos e alvo da curiosidade fruto dos seus comportamentos por vezes um pouco excêntricos...



domingo, 7 de julho de 2013

Apontamentos de Moscovo - O público

Quase que me atrevo a dizer que durante os três dias havia mais polícias e militares que público...






sexta-feira, 5 de julho de 2013

A mania das grandezas

 É facto conhecido que os russos têm a mania das grandezas, mas daí a fazer com que o Mundial de Sevens tenha sido um fiasco a nível organizativo ia um grande passo…passo esse que, a meu ver, foi dado.

Nas vésperas do início da competição os organizadores russos anunciavam a venda de mais de 109.000 bilhetes. Pois eu só posso concluir que os donos desses bilhetes ainda devem andar perdidos pelo parque Luzhniki à procura de um sinal que lhes indique onde está o estádio ou a tentar obter essa informação junto de um russo que, obviamente, não arranha uma palavra de inglês, francês, alemão, espanhol ou português…

Foi uma grande tristeza ver jogos muito bem disputados e um rugby de bom nível num ambiente tão desolador. Um estádio enorme quase sempre completamente vazio, sem ambiente, sem alma, sem chama…

Se juntarmos à falta de público o facto de o relvado estar a, pelo menos, uns 20 metros do pouco público, bem se compreenderá que não houve grande emoção durante os três dias de competição.

Mas o fracasso organizativo não ficou só por aqui.

Habituados que estamos a ver umas dançarinas a animar os tempos mortos nos torneios do IRB (bem me lembro também do Mundial do Dubai), e num país com tanta tradição na dança, esperávamos ver algo de parecido. Na verdade essa animação limitou-se a 3 passagens de uns 5 minutos cada no total dos 3 dias…nos momentos mortos nada se passava...a não ser a espera pelo jogo seguinte.

A cerimónia de abertura foi muito pobre (mais vale não fazer nada) e só serviu para mais um pouco de bazófia por parte do Ministro do Desporto e do Presidente da FRR (creio) e a de encerramento foi cancelada porque a chuva já tinha causado um atraso de 1h nos jogos.

Por falar nisso, a ideia peregrina de colocar um tapete de relva natural por cima do de relva artificial também foi genial, sobretudo tendo em conta as constantes escorregadelas dos jogadores...

Como já atrás referi, nem no estádio era fácil encontrar alguém que falasse outra língua que não o russo e para se poder comer ou beber foi sempre necessário recorrer à linguagem gestual. Sempre tem a sua piada dizer que se quer um “cachorro quente” com gestos. Talvez o melhor fosse ladrar e mostrar que estávamos a suar em bica…nós escolhemos outra possibilidade…

Por falar em suar em bica, é incompreensível como é que não havia cerveja à venda no estádio. Até no Dubai, terra muçulmana, se pode beber dentro (e só dentro) do recinto.

A organização também nos primou pela total ausência de sinais a indicar onde se jogava a competição feminina, o que nos fez andar às voltas pelo imenso parque até descobrirmos que o campo ficava a, pelo menos, 10 minutos a pé da porta mais próxima do estádio (gigantesco também ele). Colocar um sistema de “navette” entre os dois locais é ideia que não passou pela cabeça da organização…se pensarmos que às 10h30 já estavam 34ªC…

O merchandising era paupérrimo e nem programas da competição estavam disponíveis. Lá acabei por descobrir algo não oficial numa banca recôndita no 3ª dia. Queria comprar uma mascote para os meus miúdos mas as que vi não estavam à venda.

No que diz respeito à equipas, embora não esteja habilitado a fazer grandes comentários, as vozes que ouvi mencionavam também grandes lacunas organizativas, desde as condições do local para jogadores "players village"até à rábula do momento da partida com algumas equipas (isso eu assisti) a andarem a passear-se de aeroporto para aeroporto em busca de um vôo para regressar aos seus países de origem sem que alguém da organização os acompanhasse (lembro-me bem de ter andado a trocar bilhetes da easy jet à última hora no aeroporto de Faro quando os franceses se aperceberam que dois dos jogadores só tinham bilhete para dois dias mais tarde que os outros).

Para terminar (e aqui a culpa não é da organização) a evidente falta de sentido de humor dos locais também contribuiu para a falta de ambiente. Apesar de tudo, alguns estrangeiros iam equipados à Sevens, com máscaras e disfarces. Mas por muitas palhaçadas que fizessem, era impossível arrancar um sorriso àquelas carantonhas…

Factos que deveriam fazer o IRB pensar...

E isto foi no parque Luzhniki, porque as peripécias continuam fora dele…

Apontamentos de Moscovo - O sol

Para quem não gosta de rugby, o complexo Luzhniki oferece outras actividades...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Apontamentos de Moscovo - A cerveja

Dentro do estádio não havia cerveja e nos arredores havia um único ponto de "abastecimento". Note-se que, no sábado às 10h30 ja estavam 34°C...

Era assim que esse ponto era abastecido...


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Amanhã a esta hora...

...já devo estar em Moscovo...a fazer companhia a estas senhoras e senhores...

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Um adeus (temporário)?



Foi uma decisão muito difícil, mas a família (3 miúdos pequenos), o trabalho e a saúde acabaram por pesar. Este Domingo pus um ponto final (quem sabe se só temporariamente) nas minhas funções de manager nas camadas jovens da Escola de Rugby das Comunidades Europeias aqui no Luxemburgo.



Foram tempos fabulosos que vou recordar com gosto. Foram miúdos fantásticos que, espero, continuem a jogar e que gostaria de ver um dia com a camisola do leão vermelho do Luxemburgo a nível sénior (neste ano de bons resultados já lá estiveram 13 dos nossos).



Para eles, o meu agradecimento pela dedicação num ambiente tão complicado. Sem campo próprio, sem club-house, sem um espaço para guardar material e com um sem n° de outras dificuldades) estiveram sempre lá, com entusiasmo mesmo nos dias em que nada corria bem. 

Numa equipa com tantas nacionalidades (tivemos ingleses, franceses, italianos, espanhóis, irlandeses, luxemburgueses, holandeses, belgas, ½ canadianos, suíços, ½ gregos, alemães, búlgaros, ½ japoneses e...1 português) poderiam servir de exemplo para os políticos europeus que raramente conseguem remar todos para o mesmo lado...

A ver vamos o que nos guarda o futuro...

segunda-feira, 17 de junho de 2013